O maior risco do nosso tempo é não perceber que tudo já mudou
O mundo não está entrando em uma era de risco. Está entrando em uma era em que o risco deixa de ser exceção e passa a ser arquitetural.
Durante décadas, executivos, investidores e governos operaram com uma premissa estática e confortável. Crises acontecem, mas o sistema se mantém. Há volatilidade, mas existe um eixo de estabilidade. O que o Global Risks Report 2026 sugere, no entanto, é algo mais desconfortável e estrutural. Não se trata apenas de um mundo mais instável. Trata-se de um sistema que começa a perder a sua capacidade de absorver choques sem deformar sua própria estrutura.
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