Não é inovação que protege empresas. É maturidade decisória.
No coração de uma pequena vila encravada entre montanhas existia uma árvore que todos chamavam de a sabedora. Acreditava-se que suas folhas guardavam respostas para qualquer questão se alguém estivesse disposto a fazer a pergunta certa. Mas havia um detalhe: as respostas não vinham de forma direta. Surgiam em histórias carregadas de metáforas, muitas vezes difíceis de interpretar à primeira vista.
O mais curioso era que ninguém ia até ela por necessidade urgente de respostas imediatas.
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